III Domingo do Advento (16/12/2012)

17-12-2012 18:33

Deus de bondade,

disseram-me de Ti, que eras todo-poderoso,

capaz de tudo e mais alguma coisa!

Faz-me sentir, cada manhã, a tua bondade

para saber, que não és assim:

Tu não consegues esquecer-Te de mim,

Tu és incapaz de me rejeitar,

Tu jamais me abandonarás!

Tu, ó bom Deus… Tu, ó Deus bom,

só podes o que pode o Teu amor por mim!

 

Deus de bondade,

disseram-me de Ti, que vês tudo,

como um controlador aéreo ou um satélite,

que do alto vigia cada um dos meus passos.

Faz-me sentir, dia e noite, a tua bondade,

para saber, agora e sempre, que não és assim:

Tu, ó bom Deus… Tu, ó Deus bom,

só vês, com os olhos do amor e da compaixão!

 

Deus de bondade,

disseram-me de Ti, que és, de todos, juiz severo,

a que não escapa uma só das minhas faltas!

Faz-me sentir, em todas as horas, que não vês assim:

Tu não estás sempre a repreender-me

Tu não me tratas, segundo as minhas faltas.

Tu, ó Bom Deus… Tu, ó Deus bom,

és misericordioso e compassivo,

paciente e cheio de amor, por mim!